UMA PROPOSTA DE REFLEXÃO SOBRE A NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM NO BRASIL A PARTIR DE UM SISTEMA DE FLUXOS E FIXOS AQUAVIÁRIOS VOLTADOS PARA A FLUIDEZ TERRITORIAL

Edson José Maués Corrêa

Resumo


O processo de globalização tem permitido identificar o predomínio da circulação geográfica em relação à produção, implicando em uma maior fluidez, graças ao desenvolvimento da técnica e da ciência, contribuindo, assim, para uma forte divisão territorial do trabalho, em que a circulação surge como essencial aos processos produtivos, pois quanto mais tempo levar a movimentação de mercadoria maior será o tempo para reaver o capital investido e o reinício do ciclo produtivo. Neste contexto, diante da busca por uma maior fluidez territorial e intensificação dos fluxos, os mais de 7.000 km de área litorânea, as várias hidrovias interiores e a existência de um sistema de engenharia do território demonstram o potencial que há na cabotagem, principalmente quando comparado ao modal rodoviário. Assim, a partir de dados estatísticos e da revisão bibliográfica, o objetivo desse artigo é, portanto, fazer uma reflexão sobre a cabotagem no Brasil. Essa discussão é valida, sobretudo num momento histórico em que se começa a reconhecer a importância do modal para a mobilidade, a acessibilidade, a circulação de mercadoria e a integração territorial.

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