Geni, a Pesquisa em [E]educação [M]matemática e o Zepelim

Marcio Antonio Silva, Roger Miarka

Resumo


Este ensaio tem o objetivo de discutir a Educação Matemática como área e como movimento, cuja multiplicidade busca-se marcar por meio das formas Educação Matemática/educação matemática, sendo guido pela pergunta "Quanto de área e quanto de movimento suporta uma [E]educação [M]matemática?". Para isso, trabalhamos com cenas que falem de movimentos da educação matemática e de sua conformação na área de pesquisa Educação Matemática, descrevendo práticas da área, que a normatizam, mas que também acolhem aqueles que as assumem. Como auxílio à discussão, buscamos operar com autores que discutem relações de poder, como Foucault, e a diferença como possibilidade de invenção, como Deleuze e Guattari. Esperamos que essas cenas esclareçam um pouco dos modos como a Educação Matemática opera e que nosso leitor realize um exercício de colocar-se em meio aos mecanismos apresentados, em um exercício de encarnação no próprio texto, perguntando-se sobre seu próprio pertencimento à Educação Matemática e sobre seus movimentos como educador matemático.

Palavras-chave: educação matemática, filosofia da diferença, área, movimento


Texto completo:

752-767

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